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Vou esperar que a chuva pare pra eu começar a fazer o que tenho em mente... mas o único problema é que não está chovendo, e isso tudo é só uma desculpa esfarrapada para eu não começar a nada, mesmo porque além de andar meio sem saco pra começar qualquer coisa, esses óculos novos me deixam tonta ao final do dia, pela falta de costume com lentes de grau... Eu até queria discorrer a respeito da hilária e desrespeitosa encrenca com o tal pesquisador-culto/oculto-antológico-fudido-quase-acadêmico de Levi, mas após uns 3 minutos me submetendo a um exame interior, estudando, ponderando e considerando profundamente o assunto, conclui que não seria produtivo divulgar bostas mandraqueiras orkuteanas, ou orkuteiras (sei lá). Mas a verdade toda é que ainda acho esse post daí de baixo muito mais interessante que toda essa malhação, e devido a isso, resolvi me entregar à ociosidade e largar mão de qualquer um que não queira bater palma pra maluca aqui dançar. Problema dele. Eu não tenho medo da bruxa nutricionista, e ainda acho que a sibipiruna não tem graça nenhuma...
"Com toda esta polêmica a propósito da clonagem, uma grande pergunta urge colocar: Alguém que tenha relações sexuais com o seu próprio clone, é homossexual, está a masturbar-se ou se fudeu ?"
(Questão de ética/moral apresentada no "Diário de Lisboa" em Portugal.)

Ok, ok... não aguento mais serviço doméstico! Puta coisa ingrata... eu não sou digno que entres na minha morada, dizei uma só palavra e serei salvo...
Olhei em volta.
Na neblina das 8, os quadros pintavam a parede num vermelho e preto triste. Hum. Nada mal para uma tela encardida. Dentro da mala, apenas um par de luvas grossas, num esquecimento aleatório. Chaves que não abrem mais portas. Portas a serem abertas, ainda num papel com números desconhecidos. A serem digitados. Ainda.
... nada. Num canto, esquecidos, kinguios brincam espairecidos como se não se importassem. A acidez do mundo num cubículo aquoso. Brotos de batatas pedem socorro na manhã fria. E uma garrafa de vinho mineiro me pergunta as horas. Tudo no seu lugar. ... acho. ...ainda. E pra lá de 10 minutos delongados, os pés molhados. Olhei no espelho. E me encontrei calada. Só isso. Muita mesmo.... Que foi mesmo que aconteceu? Ô Amalfi, como era mesmo aquela história da matemática e das notas musicais??? O Adri, a gente combinou uma feijoada ou foi viagem minha??? Aline, por que tu não apareceu no bar??? O Isa, tu tem mesmo um blog ou eu sonhei??? Thá, foi viagem ou falamos mesmo sobre Alecrim e vassouras de bambu? Bom, Jujú... mas de uma coisa eu tenho certeza: Ce vai arrasar hoje lá na peça, porque tu é uma atriz fantástica!!!!
Ah, para os que não estão sabendo:
CARRO DE PAULISTA
De Alessandro Marson e Mário Viana.
A divertida trama dirigida por Jairo Mattos, mostra as enrascadas em que se envolvem quatro rapazes da Zona Leste, decididos a cruzar a cidade a fim de paquerar as "minas bacanas" dos Jardins. Em um carro velho e com alguns trocados no bolso, a turma acaba envolvida em uma série de confusões noturnas. Com desenvoltura, eles destilam gírias típicas da periferia paulistana bem empregadas pela dupla de autores.
Com Daniel Dottori, Guilianno Fortes, Davi Campos, Júnia Busch e Paulo Vinícius (60min).
Teatro Cultura Inglesa Pinheiros
Rua Deputado Lacerda Franco, 333, Pinheiros
Sextas e sábados, 22h30; domingos, 18h. Até 29.08
Fone: 3814-0100
E ele ainda me pergunta se eu quero voltar com a peça....
Porra, Marcinho!!! Preciso responder ??? Eu, mexendo com aquela massa corrida, fiquei com fome, e com vontade de lamber a parede. CARTAS PORTUGUESAS
SINOPSE : O espetáculo apresenta cartas reais escritas por uma freira para seu amor, um conde francês no Século XVII.
Texto : Mariana Alcoforado
Direção : Ronaldo Ventura
Com Erica Rabelo
De 01 a 30/07 Quintas e Sextas: 21h30
Ingr: R$ 10,00
E eu acreditei. Até o vômito fossilizado esses britânicos conseguiram encontrar. Visto isso, não há dúvidas: ela estava certa. Esses Gremlins microscópicos têm mais de 80 milhões de anos e, a cada 30 anos, surge uma nova versão, altamente letal. Isso porque ele tem uma capacidade absurda de mutação, que ocorre tão logo o organismo humano crie anticorpos. É. Eles ficam só de tocaia, meu bem.
Para ter uma idéia da roubada toda: em 1919 teve a gripe espanhola - ¼ da população foi infectada (só no Brasil, foram 300.000 mortos). Em 68, a de Hong Kong - chegou a alcançar níveis epidêmicos... E em 1997, quase dá merda de novo. Uma espécie que só afetava aves, passou a ser transmissível em humanos, como aconteceu com a de Hong Kong. Só que as aves foram mortas antes que o vírus se espalhasse por aí. Particularmente, achei bem feito. Eu, do lado de cá, to me sentindo uma titica. Aqui ta um puta frio (daí o nome influenza), mas mesmo assim minha pele está levemente dolorida, numa ardência subcutânea que lembra incêndio. De dentro pra fora. Como estes serzinhos conseguem fazer isso? Bendito seja o capsídeo do mixovírus! Eles instalaram uma bomba relógio na minha cabeça, e ela está pronta para detonar, e acabar de vez com o resto de cérebro que me resta. Maldito seja esse frio. Maldito seja esse calor. Maldita seja essa amplitude térmica que está me estragando. A única coisa que eu queria era uma cama bem quentinha para dormir uns dois dias seguidos. Mas o pior ainda está por vir: Os dinos morreram porque não tomaram Descon ap. E eu também não tomarei, porque ta proibido. Ele sempre deu um jeitinho nas minhas crises gripais, e agora ta suspenso. É sempre assim. Sempre quando aparece um remédio que finalmente dá efeito, os caras do Ministério da Saúde dão um jeito de eliminar do mercado. Inventaram que ele carregava uma tal de FENILPROPALAMINA que, segundo eles, é responsável por causar risco de morte (por hemorragia cerebral) nos pacientes que se utilizavam deste medicamento. O único problema é que não existe nenhum caso relatado disso, e sem argumentos para a proibição, resolveram suspender preventivamente. A Fenilpropalamina está presente na maioria dos antigripais que eu costumava tomar. Paciência. A mesma coisa aconteceu com a efedrina. Ela era minha amiga até quase me matar do coração. Mas caso você também esteja gripado e agora preocupado por existir a probabilidade de estar tomando algum remédio com tal da fenilpropalamina, eis a porcaria da lista dos medicamentos suspensos: 1) Bernadryl dia e noite. 2) Contac 3) Naldecon Bristol 4) Acolde 5) Rinarin Expectorante 6) Deltap 7) Desfenil 8) HCl de fenilpropalamina 9) Naldex 10) Nasaliv 11) Decongex Plus 12) Sanagripe 13) Descon 14) Descon AP 15) Descon Expectorante 16) Dimetapp 17) Dimetapp Expectorante 18) Ceracol Plus 19) Ornatrol 20) Rhinex AP 21) Contilen
É. Eu terminei. E outro dia, a Fernanda perguntou o que eu achei do livro Meninos de Kichute. Acho que eu respondi, simplesmente, que gostei. Não me lembro muito bem, mas isso não basta. Porque na verdade, o buraco é um pouco mais embaixo: O Márcio Américo viajou! Deu um de Júlio Verne, criou um capacitor de fluxo, botou num fusquinha 67 e me mandou direto para o ano em que eu não podia brincar com fogo e morria de medo dos brinquedos se mexendo no escuro (por que eles pararam?). E aí eu me pergunto: Como ele conseguiu isso? E eu me respondo: Ele escreveu um livro. Mas não foi só um livro: Foi um livro deliciosamente nostálgico! Curti como quem devora, escondido da mãe, uma lata inteira de leite moça que ela guardou para sua festa de aniversário de 8 anos. Com o dedo. Foi exatamente essa a sensação que tive: uma viagem (nos sentidos alucinógeno e lírico da palavra) para um lugar perdido nas entranhas da memória, que a gente apaga com o tempo. Talvez por conveniência, ou até mesmo, por mero esquecimento. Mas eu lembrei. Lembrei das pentelhas brincadeiras com lig-lig, do leite ninho puro grudado no céu da boca, das surras com pano de prato molhado e dos meninos de kichute (da minha rua e geração) que além de também usarem conga e all star, não me deixavam brincar. Ponto para eles. Eu hoje, dou minha razão aos guris. Eu era uma criança tosca e estabanada, que sempre acabava com a brincadeira de todo mundo. Caia e me machucava muito. Não tinha a menor graça brincar comigo. Isso quando não quebrava os brinquedos alheios e derrubava as outras crianças ribanceira abaixo, junto comigo. Bem diferente dos guris do Márcio, que eram espertos. É. Eu era uma menina de Bamba que brincava de melissinha. Fase muito, muito, mas muito traumática. Tudo bem que atualmente esse quadro não é muito diferente, mas posso dizer (até com um certo orgulho) que hoje já sei lidar muito melhor com meus bracinhos e perninhas tortas. Me superei, e eu duvido que hoje as crianças tenham liberdade suficiente para poder desfrutar de seus “Transtornos de Hiperatividade” sossegadas, a ponto de transformá-los em deliciosas lembranças traumáticas com gosto de dente quebrado e mel rosado. Elas não caem e nem apanham de pano de prato molhado ou de cinta (do lado da fivela). Hoje elas freqüentam psicólogos e tacam fogo nas professoras primárias. A culpa é toda do Piaget. Mas ei, Márcio: cara, esse teu livro tem que ser tombado pelo Condephaat! Na verdade, nem sei se o Condephaat faz esse tipo de coisa, mas deixo aqui a proposta... Porque aqui, o Márcio conseguiu numa linguagem ingênua e ecumênica, transcrever uma infância que hoje, está em decadência. Uma infância que nem a duplinha Piaget / Claparède conseguiriam elucidar. E cara, ele te encanta! Te fascina e vai te conquistando logo nas primeiras páginas, que você se encontra com aquele guri. E você realmente percebe que é uma criança quem escreve. Uma criança que sabe o que diz e o que faz. Num ritmo louco, num desenho próprio e numa escrita única. Daí a explicação de você sentar com um livro na mão e não conseguir largar até terminar. De conseguir explicar a tristeza e nostalgia que dá quando você lê devagar os últimos parágrafos de uma história que você conhece, antes de voltar ao seu lugar de origem. Um livro capaz de te obrigar a recomeçar tudo de novo, ao terminar a última linha. Como aquele filme em VHS que você não consegue parar de ver. Por puro gosto. E sem se dar conta, você faz o retorno até perceber que já é tarde demais. E você está lá, mirando a ponta do nariz na goteira que cai, e se deslumbrando com o brilho das latas de querosene Jacaré minuciosamente alinhadas no canto da sala.
Até o dia 29 de agosto, a Ester Laccava e a Aline Abovsky vão estar lá no palco do Teatro Cultura Inglesa de Pinheiros, com o espetáculo “Garotas da Quadra” que foi dirigido pelo Mário. Um puta espetáculo. Assisti em Santos, num dia recheado de sol moribundo, praia contaminada, criança aos berros, sorvete sabor nozes e quebra de boas relações caseiras. Um inferno e um final de semana inteiro pela frente. E aquilo seria apenas assim, se não fosse pela companhia de meus simpáticos gordinhos e pela peça que eu estaria prestes a assistir, que além de ter um texto fudido, ainda contam com atuação e direção fantásticas. Pois é. Essas coisas me ajudaram a resgatar o milagre do feedback fisiológico* da escassez de saco, culhão e paciência que necessitava para agüentar mais um daqueles malditos dias de "descanso" santista. Isso tudo me deixou feliz da vida naquele final de semana. E para provar o que eu digo, sugiro que apareçam lá no teatro e vejam como elas arrasam lá em cima. Eu não consegui ir à estréia, mas com certeza, vou estar lá nesse final de semana. Só que dessa vez, aqui em São Paulo. Amém. GAROTAS DA QUADRA De Rebecca Prichard Tradução: Elena Amaducci e Ester Laccava Adaptação, Direção e Trilha sonora: Mário Bortolotto Com: Aline Abovsky e Esther Laccava Assistência de Direção e Iluminação: Marcos Loureiro Cenário, Figurino e Maquiagem: do Elenco Fotos: João Caldas Programação Visual: Aline Abovsky Operação Técnica: Cleiton Rafael e Éric Lenate Produção Geral: Aline Abovsky e Ester Laccava Sexta e Sábado às 21 horas Domingo às 18 horas Ingresso: R$10,00 Teatro Cultura Inglesa Pinheiros Rua Deputado Lacerda Franco, 333 Informações: 3814-0100 Estacionamento com manobrista. Lotação: 195 lugares Bilheteria: 2 horas antes ________________________________ * Volta, a um sistema, de parte do que ele eliminou, de forma a obter-se algum controle sobre esta eliminação. "Você não pode ver
eu estou largado em uma encruzilhada
Você não pode sentir eu estou em um beco sem saída
Eu estou desesperado em labirinto
Esperando por você, na beira de um abismo
Em um tempo errado
Em um momento inesperado"
Por que eu não consigo parar de escutar essa música? E simples: pense em um peixe. Grande. Louco e ambicioso, tipo um tubarão, capaz de cometer canibalismos e vomitar a alimentação para continuar comendo. Uma aberração morta de fome. A fim de agarrar o mundo com as pernas, predando e passando por cima do primeiro sargento (ou sardinha) que vê na frente.
O precioso sargento (ou sardinha), por sua vez, é um animal pequeno. Daqueles que ofender, é chutar cachorro morto...
Bom, nas condições normais de um ambiente de alta pressão (daquelas em que a gente se encontra fudido), tem-se três características ambientais básicas: grande densidade, tridimensionalidade e ausência de um substrato sólido. Isso quer dizer que numa situação desse naipe, é facinho perder as estribeiras e sair dando “pití” pelos quatro cantos, louco por uma análise. Sustente. Ao invés disso, aprenda com os maiores. Em outras palavras, se o indivíduo, ops, o animal encontra-se num meio denso (ou tenso), interconectado (não dá para escapar), transparente e sem abrigo, só, com fome e com frio, numa situação de dar dó, o bicho será obrigado tomar uma atitude deveras drástica e desenvolver uma série de adaptações para se manter, no mínimo, vivo. Tudo isso, afim de evitar a fácil predação pelo ser faminto à sua frente. Aí que entra a sinapse natural do nosso pobre e inocente organismo falido. Que ele fará?? Pensem no sargento (ou na sardinha): - Po... então foi meu pai, seu Geraldo?
- Foi filha... Por que? Algum problema?
- Não... é que.... deixa prá lá. Mais um virou cinza, e se esvaiu - muito provavelmente - pela idade e gordura acumulada nos anos idos. Um desperdício, dos grandes. Vai ser difícil alguém do mesmo naipe dar as caras por aí. E talvez nem tenha. Não. Não aconteceu nada demais. O pulha só entrou no ap, escutou umas musiquinhas bacaninhas (tenho que admitir que o mané tem bom gosto) e abriu minha lata de leite condensado para tomar com sorvete Molico. Quando cheguei, tinha uma marca de bunda no meu pseudo-sofá e isso não é digno de deixar ninguém contente. Ele não tinha a porra do direito de fazer isso. Muito menos deixar uma merda de uma louça para eu lavar. Isso não se faz. É horrível você ter seu apartamento invadido, e eliminar definitivamente a utópica hipótese de ter um lugar em que você possa se dar ao luxo de fechar a porta e esquecer que tem uma bosta de um mundo lá fora. Essa era a minha loucura, minha única saída e meu único conforto. O de poder fechar os olhos, e ter a certeza de não ter ninguém ali que pudesse me infernizar. Era a minha saída dos fundos. O lugar onde eu tinha certeza do meu poder de virar pó. Sossegada. Narcose exibe novo visual, em arquitetura e design assinados por Paulinho F. - O cara que sabe mexer em HTML. Valeu Paulinho! Que mato o (a) Filho (a) da Puta que entrou na minha casa....
Tá, Fábio. Timidamente, eu confesso: Eu não tinha outra opção. Eu me atrasaria, categoricamente. Naquele momento, a carona ia cair mais que bem, e você poderia ter zarpado sem minha companhia. Já que a pequena Rosalinda ainda encontra-se perdida em seu Vale de Lágrimas. Você sabe... eu esqueci a garota em casa. E ela deve estar lá, em algum lugar do meu armário, catando begônias, crisântemos, e os valiosos besouros caídos de costas de sua mãe. Eles ainda hão de se levantar, você vai ver! Mas Fábio, você é um cara educado e cortês, capaz de conduzir a história à sua vontade.... Grande poder! Agradeço aos céus por isso, pode apostar. Olha só: lá no carro, eu já tinha desfalecido e aposto que você nem percebeu. Nem você, nem a Miriam – minha desditosa progenitora. E eu te peço: não fica bravo comigo... a culpa toda, foi do PaulãoVV e dos Cascaduras, que me obrigaram a dançar e beber a noite inteira. Ninguém mandou os caras fazerem um show bacana daqueles, justo na terça. Foda, tá pensando o que? Acha que é fácil???? Muito iê iê iê e joguinhos de sinuca no fim do expediente. Fudeu. Torcicolo por três dias. Muito torcicolo – p o r t r ê s d i a s !!!!!! E sei-o: sou uma atriz relapsa, mas isso não é crime!!!! Embora as dores me torturassem, lá ia eu, cabisbaixa e meditabunda, terminar o trabalho pendente. E depois, corri. Feliz da vida para me encontrar com os caras lá na Paulista. Por saber que reencontraria também os simpáticos pernilongos para a impreterível e esperada reunião. Feliz da vida, como Rosita. Mas na hora em que me aproximei de seu carro, vocês já deveriam estar me xingando de demi-mondaine pra baixo. Não tiro vossa razão. Timidamente, depois de 45 minutos de atraso e de umas três multas acumuladas pela minha demora, cheguei acompanhada apenas de minha cara de pastel, de meio metro de olheiras esparramadas, e de uma mala caindo aos pedaços. Cheia de roupas sujas. Nada mais. E nem deu para perceber seus olhos queimando, sabia? Coisa de cara cortês e fino. Coisa de cara Feliz e especialista em Maldições e Vales. Fantástico. E depois da desconcertante cena em que me coloquei, tudo que eu podia fazer, era ficar ali, me comportando como uma boa menina e aprendiz. E foi o que eu fiz. Na quarta, aprendi a subtrair. Terça, serão os “nove's fora”. Mas a lição de casa já está atrasada. Sou relapsa e vou ficar de castigo. Segurando o "i", junto com os ciganos. Mas um dia, eu aprendo. Você vai ver. Madrugada.
Barulho na fechadura.
Alguém queria entrar.
E não era o frio.
- Enviado por: Marisa Lobo
às 22h19
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Senhor
- Enviado por: Marisa Lobo
às 10h32
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Alguma coisa errada.
- Enviado por: Marisa Lobo
às 17h03
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Tá indo pra onde camarada?
Toma mais uma cerva...
- Enviado por: Marisa Lobo
às 02h11
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Eu tenho saudade desse cara
- Enviado por: Marisa Lobo
às 18h01
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Peraí
- Enviado por: Marisa Lobo
às 17h44
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A Volta do Curta
- Enviado por: Marisa Lobo
às 17h27
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Momento Mirisola
- Enviado por: Marisa Lobo
às 13h45
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Ainda não vi, mas agora que a gripe se foi...
- Enviado por: Marisa Lobo
às 19h01
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Minha professora de Paleontologia dizia que os dinossauros morreram de gripe.
- Enviado por: Marisa Lobo
às 17h20
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De Volta para o Futuro
- Enviado por: Marisa Lobo
às 17h14
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Garotas da Quadra
- Enviado por: Marisa Lobo
às 16h49
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- Enviado por: Marisa Lobo
às 21h09
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Para uma presa fácil: A aplicação da ecologia trófica marinha, para o sucesso ecológico na pressão social. Tubarão X Sargento (ou sardinha)
- Enviado por: Marisa Lobo
às 20h17
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Invasões nem tão bárbaras assim.
- Enviado por: Marisa Lobo
às 20h15
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- Enviado por: Marisa Lobo
às 19h36
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Enquanto eu trabalho, neguinho faz a festa
- Enviado por: Marisa Lobo
às 19h25
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Paisagismo
- Enviado por: Marisa Lobo
às 18h58
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Eu juro
- Enviado por: Marisa Lobo
às 16h17
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Experimenta chorar! Mas... agora?
- Enviado por: Marisa Lobo
às 21h20
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Medo
- Enviado por: Marisa Lobo
às 09h09
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